Macoppi defende o fim da sublocação de serviços públicos

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O vereador Joel Sandro Macoppi (PP), de Taió, voltou a pedir à administração municipal, que proíba a sublocação de serviços e obras públicas contratadas pelo município. Macoppi justificou que a empresa que participa de uma licitação, sem intenção de prestar o serviço ou não tem capacidade de cumprir o contrato, deveria ser desclassificada. “No meu entendimento é simples, basta pôr na cláusula da licitação o impedimento legal para se terceirizar os serviços”.

Macoppi conversou com o prefeito Almir Guski a respeito, e o mesmo disse que não poderia fazer nada. Ele lamentou que o município esteja aceitando essa prática comum entre empreiteiras e empresas que só sobrevivem às custas do dinheiro público. Macoppi lembrou que existem empresas que participam de processo licitatório sem condições de prestar o serviço, mas consegue ser selecionada.

“Uma empresa acaba ganhando a licitação e subloca para um terceiro, e este pode sublocar para um quarto este último que vai executar a obra não quer tomar prejuízo. Faz a obra com material inferior, com cimento mais barato, com ferragens de espessura menor, e a obra vai encolhendo, para conseguir terminar sem tomar prejuízo.

Macoppi, lembrou que depois de iniciar as obras, o procedimento padrão é solicitar o aditivo, cujo valor pode ser de até 25% do custo total da obra. Se não consegue, subloca ou terceiriza os serviços para outra empresa. O vereador citou como exemplos, as obras dos Postos de Saúde e os Centros de Educação infantil. “Além do atraso na entrega dessas obras, os serviços prestados foram de má qualidade e agora o município arca com os prejuízos na restauração e manutenção.

 

 

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