Eu me sinto preparado para ser governador’, diz Mauro Mariani

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Em entrevista à Agência Adjori de Jornalismo, o deputado federal falou sobre a pré-candidatura, o apoio do partido e a descentralização

Agência Adjori/SC de Jornalismo – Indo direto ao ponto: o senhor quer ser governador?

Mauro Mariani – Olha, eu me sinto preparado para o tamanho do desafio, da responsabilidade. Tenho, já, uma trajetória de 20 anos de vida pública.

Passei por prefeitura no interior do Estado, Assembleia Legislativa, fui secretário de Estado em um momento importante da história recente de Santa Catarina, quando foi implantado o processo de descentralização pelo saudoso governador Luiz Henrique da Silveira.

Estive à frente de um dos programas mais importantes do governo, que foi o dos acessos aos municípios. Agora, no terceiro mandato na Câmara, estou entendendo também como funciona a dinâmica da política em Brasília. Me sinto preparado para ser governador. O partido está fazendo essa discussão.

Eu tenho convicção daquilo que precisa ser feito, das dificuldades que vamos enfrentar, mas também das grandes possibilidades que nós temos em Santa Catarina. Precisamos fazer uma gestão de realidade. Foi-se o tempo de esconder, de debater só aquilo que interessa. O próximo governador, seja quem for, vai ter que enfrentar velhos problemas, como o da saúde pública.

Adjori – Ser governador é um sonho? É um objetivo?

Mariani – Não é que seja um sonho, nem um objetivo. Eu penso que eu posso contribuir mais como governador. Eu me sinto melhor no Executivo do que no Legislativo.

O vice-governador, Eduardo Pinho Moreira, tem manifestado apoio à sua candidatura. Isso parece ótimo, internamente, no partido.

Mariani – É importante o apoio do Eduardo, que presidiu o partido por 10 anos, que é o vice-governador e que tem uma penetração muito forte nas bases partidárias. É um apoio indispensável e fundamental.

As Agências de Desenvolvimento Regional (ADR’s) têm sido foco de polêmica: há quem defenda que é melhor extinguílas. O que o senhor acha disso?

Mariani – Essa foi a última política pública aqui de Santa Catarina. De lá para cá, eu não vi mais nada de novo. Inegavelmente, a descentralização espalhou obras por toda Santa Catarina. A descentralização equalizou as ações do governo pelo Estado, foi uma experiência muito positiva. Agora, o que nós temos que discutir é a forma da descentralização. Extinguir a descentralização é um retrocesso para Santa Catarina e para o Interior do Estado.

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