PR diz que prefeito de Taió faz perseguição política

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Paulinho Uhlmann

O presidente do Partido da República, Paulinho Ignácio Uhlmann classificou de “perseguição política”, a mudança de trabalho imposta ao servidor Valdecir João da Cruz, mais conhecido como Capilé. Filiado ao PR, Capilé é vereador de oposição e foi o segundo servidor municipal que foi transferido de função. Paulinho citou que o caso de Francisco Antônio Bepe Torres, também motorista da Saúde, foi transferido para a secretaria de Educação, ainda não foi explicado. Ele também é motorista e  do motorista Bepe Torres, que trabalhava na ambulância e foi mudado de função, Bepe, também é filiado ao PR.

“Lamentavelmente a gente começa a sentir uma certa perseguição. Porque o PR, apesar de ter apenas um vereador, o vereador mais votado da história Taió, em momento algum dissemos para fazer politicagem ou deixar de ajudar Taió. As provas são as ações e as emendas que o partido foi buscar e entregou não para o prefeito Almir, entregou sim, para o povo de Taió”, alegou Paulinho. . Capilé exerce a função de motorista da Secretaria de Saúde há 11 anos, onde fazia o itinerário Taió – Florianópolis. Agora, foi transferido para a função de motorista do Plantão 24 horas da ambulância, que atende o Pronto Atendimento.

Uhlmann disse que na democracia a divergência de ideias, de ações e atitudes são naturais, e que  Capilé tem feito um bom trabalho. “Eu diria hoje que ele é o vereador que mais trabalha, nós acompanhamos as redes sociais e o trabalho que ele vem fazendo de visitações, colocando dinheiro próprio para ajudar as pessoas numa área tão sensível, tão especial e delicada que é a saúde. Não só aqui, mas a gente vê esse povo sofrendo,  precisando de ajuda e o Capilé sempre com sorriso no rosto, essa vontade de ajudar aqueles que mais precisam”, desabafou Paulinho.

OUTRO LADO

O prefeito Almir Reni Guski (PSDB) justificou que a mudança de rotatividade no itinerário entre os motoristas de ambulância, estavam prevista no planejamento da Secretaria Municipal de Saúde.  “Foi iniciativa da secretaria e sua equipe porque foram mudados de lugar algumas pessoas e ela tem autonomia na sua pasta, para nós todos os funcionários são iguais”, disse o prefeito.

A Secretária Municipal de Saúde, Rosecler Poleza Círico, disse que não há nada de perseguição, foi uma decisão administrativa e que conversou com o Capilé antes de fazer a mudança e que outros motoristas também mudaram o itinerário. Guski também adiantou que muitas outras mudanças ainda estão por vir, principalmente na  atenção básica.

 

>Jornalista Alexandre Salvador

 

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