Justiça mantém condenação de padre acusado por abusos sexuais

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no twitter
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp

A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina confirmou condenação de 11 anos e oito meses de reclusão imposta a um padre por abuso sexual de adolescente, em crime ocorrido de 2005 a 2009.  O padre atuou em Taió, Presidente Getúlio e por último em Ibirama, onde reside.

O Ministério Público sustentou em denúncia que o religioso aproveitou-se de sua condição de amizade com a família da vítima para dar início aos atos libidinosos.

Na época, o jovem contava apenas 13 anos e fazia a catequese na paróquia dirigida pelo réu. Ao finais de semana, o padre levava o garoto para sua residência e lá perpetrava os crimes. Posteriormente, o rapaz foi trabalhar na Casa Paroquial, onde também foi vítima da lascívia do religioso.

Em depoimento, o garoto disse que era de origem muito humilde e que o padre auxiliava sua família com cestas básicas e dinheiro. Embora tenha negado qualquer relacionamento com o menor, muito menos abuso, o padre foi apontado por outras testemunhas ouvidas ao longo do processo como responsável por atitudes marcadamente assediantes e via de regra contra jovens catequistas.

Segundo o desembargador Getúlio Corrêa, relator da matéria, o réu foi condenado pelo crime de estupro de vulnerável, diversas vezes, em continuidade delitiva. O cumprimento da reprimenda, em regime fechado, terá início após esgotada a jurisdição da 2ª instância, conforme recente determinação do Supremo Tribunal Federal.

OBS: Não divulgamos o nome e mais dados por que o processo corre em segredo de justiça.

Comentários