Trajeto da rodovia Atalanta-Ituporanga é discutido em audiência

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A Comissão de Transportes e Desenvolvimento Urbano da Assembleia Legislativa realizou no ínio da semana, em Ituporanga, uma audiência púbica para tratar da obra de pavimentação da SC-281, que liga Atalanta e Ituporanga. Proposta por seu presidente, deputado João Amin (PP), o encontro reuniu mais de 300 pessoas na Câmara Municipal.

O deputado João Amin destacou a importância da SC-281 para a região do Alto Vale, alternativa fundamental para o escoamento de produções de grãos, suínos, cereais entre outras culturas. “A SC-281 é uma rodovia fundamental para Santa Catarina e esta obra e toda região, mas é preciso que atenda as demandas e expectativas das pessoas que serão afetadas pelo trajeto e não se permita mudanças de traçado que tragam prejuízo ao projeto original”. argumentou o parlamentar.

A rodovia começa no município de São José (entroncamento com a BR-101), passa por São Pedro de Alcântara e Angelina. Esse trecho era chamado de SC-407 até 2013, quando as rodovias catarinenses foram renomeadas. A SC-281 segue em Leoberto Leal, passando por Imbuia, Ituporanga, Ponte Alta, indo até Atalanta. O valor estimado da obra é de R$ 58 milhões, e deve compreender 19,8 km de extensão.

Na mesma direção, o prefeito de Ituporanga, Osni Francisco de Fragas, o Lorinho, avaliou que é preciso ampliar a discussão. O prefeito ainda criticou a falta de técnicos do Deinfra, responsáveis pela montagem do projeto, os quais seriam fundamentais para a explicação técnica da obra.

“Houve alteração no trajeto sem consulta as comunidades. O projeto inicial beneficiaria diretamente os bairros de Alto Dona Luiza e Alto Águas Negras, onde foi criada grande expectativa em torno da melhora da infraestrutura. Porém, mudanças surgiram e o traçado foi alterado -sem consulta pública – por Lajeado, saindo no Ribeirão Matilde”.

Ao fim do encontro ficou definido o encaminhamento ao Poder Executivo de solicitação de informações sobre mudanças no projeto, bem como sua disponibilização pública para que as comunidades tenham acesso ao trajeto definitivo.

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