Projeto de Hobus restringe uso de “carros velhos” em SC no Estado

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O deputado estadual Milton Hobus (PSD), usou sua rede social para explicar o projeto de lei que pretende apresentar na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O Projeto, que ainda não está tramitando na Alesc, propõe retirar das ruas, veículos automotores que poluem o meio ambiente e com mais de 30 anos de vida.

Como empresário do ramo de ciclismo, Hobus conhece vários países do mundo onde a restrição à veículos poluidores e quer trazer a experiência bem sucedida ao Brasil. Ele citou que alguns países já fixaram para a próxima década, a proibição de produção de veículos movidos por combustíveis fósseis. A tendência é que todos sejam substituídos por carros elétricos, justamente porque poluem quase nada.

“Enquanto o mundo vive um grande dilema para reduzir a poluição e o consequente efeito estufa, não podemos admitir que veículos com mais de 30 anos e mal estado de conservação continuem circulando, poluindo o meio ambiente e colocando em risco seus condutores e terceiros”.

Hobus garante que os colecionadores de carros antigos não precisam se preocupar, ao ele conversou com o amigo e colecionador de Carro Antigo, Danilo Depiné, que estava  preocupado com a repercussão de uma entrevista que o deputado deu à uma rádio. Antes de finalizar a proposta, Hobus vai propor um “debate construtivo”, segundo ele, o projeto pretende melhorar a  qualidade de vida e segurança do povo catarinense.

Quero esclarecer que carros de colecionadores, que são perfeitamente cuidados, tanto na aparência quanto na parte mecânica, que normalmente são de uso casual, não serão alvo deste projeto de lei, pois estes não oferecem danos ao meio ambiente, tão pouco oferecem risco no trânsito”, justificou o deputado.

 

Milton Hobus (PSD), também foi autor do PL) 237/2017, que prevê a restituição proporcional do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em casos específicos de furto ou sinistro com perda total. O projeto altera o parágrafo 9º do artigo 6º da Lei nº 7.543, de 1988 e já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). “Não faz sentido o usuário que teve o carro roubado pagar pelo IPVA do ano todo quando já não possui o veículo”, explicou Hobus. O autor do projeto acrescentou que o IPVA é pago por 12 meses.

TEXTO: Alexandre Salvador

 

 

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