Mulher morre após encostar em lagarta peluda

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Tereza Griebler, de 60 anos, faleceu na madrugada desta segunda-feira, 08/01, no hospital regional de São Miguel do Oeste. Ela teria encostado numa lagarta venenosa.

Segundo reportagem do Portal Peperi, a vítima, que residia na Linha Seca, no interior de Dionísio Cerqueira, teria encostado na lagarta ainda na terça-feira, 02/01, enquanto fazia o manejo do gado. Ela percebeu a queimadura na hora, mas, como o ferimento era pequeno, não deu importância.

O genro da vítima, Ademir Konzen, explicou que, no dia seguinte, a mulher começou a apresentar vários sintomas de febre e vômitos, sendo levada ao hospital do município. Na unidade, ela recebeu atendimento para os sintomas mencionados, já que havia um surto de gastrointerites na região. Como a medicação não surtiu efeito, foi alterado o remédio, que acabou com o mal estar e ela foi liberada. Mas, ao chegar em casa, Tereza começou apresentar fortes dores de cabeça e novamente precisou procurar o posto de saúde do distrito de São Pedro Tobias.

Segundo o genro, sua sogra foi levada novamente ao hospital do município, onde foram feitos exames detalhados que confirmaram veneno no sangue. A equipe então fez vários questionamentos e somente neste dia a agricultora lembrou do fato, de que tinha se encostado na lagarta.

Tereza foi transferida imediatamente para o hospital regional de São Miguel do Oeste para o tratamento. Ela já tinha “perdido” o funcionamento dos rins, precisou de hemodiálise e de transfusão sanguínea, porém, a mulher não reagiu e acabou morrendo na unidade.

As taturanas possuem pilosidades com propriedades urticantes ( que irritam a pele) e muitas espécies são perigosas. Algumas, como a Lonomia obliqua, podem matar.  São denominadas “taturanas assassinas”, provocam hemorragia e insuficiência renal que podem matar um ser humano.

São nativas da Região Sul do Brasil, viviam na mata, preferem cedros e aroeiras. Com o desmatamento passou a viver em pomares domésticos. Estudos sobre seus predadores naturais não encontraram aves nem mamíferos que as comam, o que indica a possibilidade de que estejam extintos, já que as cerdas são defesas contra esse tipo de animais.

 

 

 

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