Pinho apoia ADRs e vê dificuldades de liberar o Fundam 2

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Prestes a assumir de vez a função de governador, o, vice, Eduardo Pinho Moreira (PMDB) concedeu entrevistas para explicar como vai comandar o estado Barriga Verde até 31 de dezembro. Em reportagem da Coluna Pelo Estado, do SC Portais. Moreira falou de seus planos, metas e cuidados. Política, eleições, alianças, caminhos do MDB e dele mesmo nas próximas eleições também entraram na conversa.

A renúncia de Colombo para disputar uma vaga no Senado será apenas em abril, mas no dia 16 de fevereiro ele sai de licença com a disposição de voltar apenas para oficializar o fim de seu mandato. Ele experimentou pela primeira vez a cadeira de governador, no período de 9 de abril de 2006 a 1º de janeiro de 2007, quando Luiz Henrique da Silveira,  renunciou ao mandato para se dedicar à exitosa campanha de reeleição.

Perguntado sobre a possibilidade de tomar alguma medida sobre as tão criticadas Agências de Desenvolvimento Regional – (ADRs), o vice defendeu a sua permanência.

“Não tem como suprimi-las porque o governo perderia ações na ponta. Mas o MDB vai modificá-las. A descentralização é necessária. Governar de novo a partir de Florianópolis é voltar ao passado”.

Sobre a segunda etapa do Fundo de Apoio aos Municípios ( FUNDAM 2), Pinho realtou que obras e outras ações receberão parte dos R$ 700 milhões autorizados pela Secretaria do Tesouro Nacional para busca de financiamento junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que só aprovou R$ 634 milhões para o famoso Fundam 2.

“Mesmo assim, não vai dar tempo para liberar todo esse volume para projetos das prefeituras e pode haver redirecionamento para outras ações. No entanto, o BNDES ainda não repassou o montante. O processo está preso na burocracia do banco. O Raimundo tem buscado uma solução. A pressa maior é porque estamos em um ano eleitoral, com prazos diferentes. O governador vai ter que trabalhar muito nos próximos dias para deixar essa questão resolvida”.


Sobre o seu partido em âmbito nacional, (que tirou o P do nome), Moreira defende apoiar o governador de São Paulo, do PSDB, em contrapartida o PSDB deveria apoiar o nome indicado pelos emedebistas, que pode ser ele próprio, o prefeito de Joinville, Udo Döhler,  ou o deputado  Mauro Mariani.

“Eu gostaria muito de apoiar o Geraldo Alckmin (PSDB, governador de São Paulo). Vejo nele um homem preparado para elevar o Brasil a outro patamar. Acho que o PSDB de Santa Catarina tem que entender que o projeto do partido é nacional. O MDB não tem projeto nacional, mas o PSDB tem e é com o Alckmin. Tenho dito isso para o presidente do PSDB, deputado Marcos Vieira, que entende que eles devem ter candidato ao governo estadual. Se o projeto do PSDB é nacional, é preciso fazer concessões nos estados. É a nossa aliança preferencial. Mas o PSD ainda é uma porta aberta também. Só garanto que da parte do MDB não haverá recuo sobre a cabeça de chapa, independentemente do nome. Já abrimos mão duas vezes e por isso esperávamos a recíproca do PSD. Ainda esperamos. Ainda há tempo”.

Convenção do PMDB no ginásio do Sesc.
PERSONAGEM: Raimundo Colombo, Eduardo Pinho Moreira e LHS

 

 

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