Cerca de 12 mil motociclistas morrem por ano no Brasil

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A violência no trânsito causa reflexos no orçamento familiar e na economia do país, principalmente pelas sequelas que muitas vezes deixa nos envolvidos em acidentes. O país registra cerca de 12 mil mortes por ano em ocorrências com moto.

Esse tipo de acidente é responsável pela maior parte das internações hospitalares. Por isso, os maiores traumas são fraturas expostas como fala o presidente do Comitê de Campanhas Públicas da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Rodrigo Galinari.

De acordo com o estudo “Acidentes de Trânsito nas Rodovias Federais Brasileiras: caracterização, tendências e custos para a sociedade”, de 2015, do Ipea- Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas , foram gastos R$ 12,3 bilhões com acidentes.

Mais de 60% dos custos, associados às vítimas dos acidentes, como cuidados com a saúde e perda de produção devido às lesões ou morte.

Segundo José Aurélio Ramalho do Observatorio Nacional de Segurança Viária, a maior sequela é a econômica. Muitos acidentados representam um alto custo para o Sistema Unico de Saúde, para a Previdência Social e para o Seguro DPVAT por causa das indenizações.

O Seguro DPVAT, como é mais conhecido o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, é uma das fontes e recursos do Sistema Único de Saúde. Do total arrecadado, 45% são destinados ao Fundo Nacional de Saúde.

Segundo o Relatório Anual Seguradora Líder-DPVAT, o número de indenizações pagas para vítimas fatais no trânsito brasileiro cresceu 23% em 2017. Mais de 380 mil indenizações foram pagas nos três tipos de cobertura oferecidas pelo DPVAT: morte, invalidez permanente e despesas médicas.

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