Rede Feminina de Ibirama vai aderir à campanha nacional

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A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Ibirama vai aderir à campanha “Preciso Viver” promovida pela Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer. A iniciativa busca garantir que pacientes oncológicos tenham acesso a um tratamento de saúde humanizado e rápido, através do Sistema Único de Saúde (SUS). A campanha acontecerá pela primeira vez este ano e em cada edição apresentará uma temática.

A presidente da RFCC, Cintia Catafesta Francisco, explica que para este  mês de abril já estão programadas diversas ações. A primeira acontece no dia 04 quando será realizada uma palestra de prevenção do câncer e sobre a campanha em Dalbérgia. No dia 7 será realizada uma panfletagem no centro de Ibirama e no dia 9,  as voluntárias vão falar sobre a campanha na Câmara de Vereadores.  Já no dia 12 é a vez de uma sessão de fotos com os pacientes para divulgar nas redes sociais. “Além disso, também estamos fazendo camisetas para pacientes e voluntárias e queremos chamar a atenção das autoridades e da população para a precariedade dos atendimentos ”.

Ela explica que no dia 10 a mobilização será em todo o país e voluntários e pacientes, vestidos de branco e rosa, realizarão uma paralisação em cada Estado com o intuito de garantir a aplicabilidade e eficácia da Lei 3752/12, que estabelece prazo máximo de 30 dias para que as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) realizem exames diagnósticos e executem procedimentos necessários à saúde dos pacientes.

A campanha alerta que para que as leis sejam eficazes, é necessário que as instituições possam ter condições de atender e oferecer o tratamento adequado aos pacientes oncológicos no período estimado. Porém, a falta de recursos do SUS compromete todo o processo. A mobilização do dia 10 de abril tem como intuito sensibilizar as autoridades e chamar a atenção da população para a precariedade dos atendimentos.

Ela ressaltou que o diagnóstico precoce do câncer e o início imediato do tratamento aumentam as chances de cura do paciente.

TEXTO: Helena Marquardt
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