Alto Vale foi a região que mais recuou na performance econômica em SC

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O estado de Santa Catarina cresceu 7,1% em 2018, segundo a Federação das Associações Empresariais de SC, a Facisc. Os dados fazem parte do Índice de Performance Econômica de Santa Catarina.  O Iper-SC registrou crescimento de 7,12% no ano de 2018 comparado ao ano de 2017, com ajuste sazonal. É o segundo ano consecutivo que o índice registra crescimento para o estado desde 2016, ano que o índice obteve o maior resultado negativo da série histórica.

As regiões do estado que registraram maior crescimento foram: Vale do Itajaí (10,18%) e Norte (8,23%). As que tiveram maior recuo foram Alto Vale (-1,18%), Planalto Norte (-1,09%) e Oeste (-0,21%), sendo o resultado estadual de 7,12%.

A Facisc prevê que para o ano de 2018 é estimado um crescimento do PIB catarinense de 3,24%. Nesta estimativa as regiões que mais cresceram foram o Vale do Itajaí (5,43%) e Norte (3,27%).

As regiões do Alto Vale, Planalto Norte e Oeste a estimativa é de queda de -0,51%, -0,40% e -0,12% respectivamente.

Das 12 regiões de SC incluídas na pesquisa, as que mais puxaram a alta ano passado em relação a 2017 foram o Vale do Itajaí, com 10,18% e Norte, com 8,23%. As únicas quedas foram registradas no Alto Vale do Itajaí (-1,18%), Planalto Norte (-1,09%) e Oeste (-0,21%). Também cresceram as regiões Noroeste (2,83%), Extremo Oeste (1,55%), Extremo Sul (1,50%), Grande Florianópolis (1,36%), Serra (1,01%), Meio Oeste (0,86%) e Sul (0,64%).

O Iper 2018 foi elaborado considerando os seguintes dados econômicos e suas variações percentuais: exportações (28,04%), importações (23,19%), depósitos em poupança (4,29%), frota de veículos (3,98%), consumo de energia elétrica (2,47%), emprego nos serviços (2,37%), emprego no comércio (2,03%), emprego na indústria (1,74%), emprego na construção civil (0,06%), depósitos à vista (-0,33%), financiamento imobiliário (-1,27%), emprego na agropecuária (-2,49%) e operações de crédito (-5,91%). A Facisc busca dados de diversos órgãos oficiais e os valores bancários foram deflacionados.

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