Deputados divergem sobre livro que fala de “dedo no ânus”

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Livro de poesias é alvo de moção de repúdio e gera polêmica entre deputados de Santa Catarina

Um livro de poesias, cuja leitura será obrigatória para os candidatos do Vestibular 2020 das Universidades Federais de SC, causou polêmica na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. O deputado Jessé Lopes (PSL), criticou a inclusão do livro “Um útero é do tamanho de um punho”, de Angélica Freitas, na lista de obras para o vestibular. Indignado com o teor das poesias, Jessé apresentou moção que repudia a inclusão da obra no vestibular.

A deputada Luciane Carminatti (PT) afirmou que se absteria da votação por não conhecer o conteúdo do livro. Para a deputada, a moção representa censura. O autor da moção afirmou que passou vergonha ao comprar ao livro. Disse, ainda, que presentearia Luciane com a obra “para que ela possa presentear alguém da família que tenha 18 anos e que queria saber qual o tamanho do útero e se um punho cabe dentro dele.

“O livro, além de ser ruim, tem um conteúdo desnecessário”, disse a deputada Ana Campagnolo. “Qual a necessidade do acadêmico ler um livro que faz referências a enfiar o dedo no ânus?”

O deputado Ivan Naatz (PV) criticou a atenção dada ao tema e classificou o debate como “triste e cômico”. “É como se a gente não tivesse nada para fazer”, afirmou. “Santa Catarina com tantos desafios e nós perdendo tempo para discutir o que alguém vai ler ou não vai ler”.

 

 

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