Empresa de SC inicia produção de respiradores para o Ministério da Defesa

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Por André Pinto

A Base Industrial de Defesa (BID) atendeu ao chamado do Ministério da Defesa (MD) e promove várias iniciativas para colaborar com o governo federal no combate à COVID-19. No estado de Santa Catarina, uma grande empresa de Defesa finalizou o primeiro respirador no último sábado (09). A meta é produzir entre 500 a mil unidades por mês. Outra empresa catarinense confeccionou e entregou 40 mil máscaras face shield.

Além disso, diversas companhias do Estado concluíram mais de 11 milhões de máscara de uso comum e têm previsão de industrializar até 18 milhões de unidades por mês. As informações são do presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Mário César de Aguiar, que participou de debate ao vivo abordando o tema: “Como a Indústria Catarinense pode participar das ações de enfrentamento à COVID-19”. A transmissão ocorreu na terça-feira (12).

O Secretário de Produtos de Defesa (SEPROD) do MD, Marcos Degaut, também participou da reunião virtual e reforçou que as empresas podem se cadastrar no endereço eletrônico do Ministério da Defesa para oferecer produtos que auxiliam no combate à doença, no âmbito da Operação COVID-19. Ele informou que, até o momento, 707 produtos foram cadastrados por 417 empresas. O secretário também explicou que todos os dados, como endereços das empresas, quantidade da oferta e valor dos produtos, são atualizados diariamente e disponibilizados para os Conselhos Nacionais de Secretários Municipais e Estaduais de Saúde, além do Ministério da Saúde e Forças Armadas.

Retomada da economia

Durante a reunião com os empresários catarinenses, o Secretário Degaut informou que o Ministério da Defesa está apoiando o desenvolvimento do plano de retomada das atividades industriais em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A ação é baseada em três eixos: adequações de ambiente de trabalho, novas rotinas de trabalho em tempos de COVID-19 e ciclo de cuidado com as pessoas. Ele informou que, conforme estudo da CNI, para cada real investido na economia, nestes tempos de pandemia, há um retorno de R$ 48. A explicação é que em momentos de crise, os impactos ganham maiores proporções em função do cenário de desaceleração econômica.

Fotos: divulgação CNI e Forças Armadas

 

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