OPINIÃO: Como vão controlar os travestis?

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Por Juliano Oenning
A pandemia veio também nos mostrar a doença do século 21. Não o coronavírus, mas sim a problematização de todo e qualquer tema. E que é um dos pilares do gramscismo.
Toda a estrutura social que vivemos é baseada em tentativas recorrentes de governos e organizações suprapartidárias de controlar o ser humano de todas as formas possíveis.
Para isso, histeria e pânico são ferramentas muito úteis, como vimos nessa pandemia com os isolamentos, onde a problematização funciona como uma arma muito importante para que o próprio ser humano no cabresto, contribua involuntariamente para que continue ser controlado.
Basta ver dramas insignificantes que circularam na redes sociais:
-Nossos animais como ficam com o coronavírus? Esse vírus não ataca animais de estimação.
-Meu deus, está todo mundo na rua com a máscara no queixo ou pendurada em uma orelha na rua! No ar livre não se transmite o vírus, a não ser que você cuspa dentro da boca de alguém.
-As prostitutas e travestis que vendem o corpo, como ficam nessa situação? Se virem, milhões de brasileiro ficaram desempregados, pode ter certeza que quem vende o corpo vai sair dessa mais fácil que o cidadão comum.
Esses simples exemplos mostram que o ser humano totalmente desligado da realidade, problematizando e sofrendo por idiotices a qual na minha opinião mereciam cadeia para quem se queixa de besteiras como essas.
Na ânsia dos governantes de manterem a equação sempre pendendo para mais estado e controle e menos capitalismo e liberdade, governantes do Peru e Bolívia chegaram ao cúmulo de decretar o rodízio de gênero! Sim, um dia sai mulher na rua, no outro sai o homem.
Coisa que nem um retardado mental pensaria. E essas ações batem de frente na problematização de gênero. Como vão controlar os travestis? E os que se declaram naquele besteirol de não binário, sexo fluido, bigênero e mais aquele monte de novos gêneros que não levam em conta o pênis ou vagina para se definir? Como ficam os filhos da problematização sexual?
Nesse caso eles tem 2 opções:
Ficam com privilégio de não se definir e circular a vontade ou sofrem na arbitrariedade da mão pesada do estado. Não existe meio termo, democracia ou meritocracia nesse caso.
Ou se dão bem sobre outros ou sofrem injustamente. É isso que faz a problematização de tudo, deixar a sociedade em desequilíbrio, desunir o ser humano, para que aquela meia dúzia possam fazer o que bem entendem com nossa liberdade.
Juliano Oenning é publicitário.
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