Jornalista denuncia golpe do STF, China e Facebook contra Bolsonaro

O jornalista Allan dos Santos  denunciou um complô para cassar o mandato do presidente Jair Bolsonaro por meio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em coluio com o Facebook. 

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O jornalista Allan dos Santos  denunciou um complô para cassar o mandato do presidente Jair Bolsonaro por meio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em coluio com o Facebook. 

Segundo Allan, um funcionário do TSE, Igor Tobias Mariano, contratou a empresa alemã Rohde & Schwartz para fazer uma varredura em Brasília, com a finalidade de localizar escutas telefônicas ilegais. Conforme a denúncia do jornalista, a empresa teria identificado três maletas com aparelhos eletrônicos de escuta ilegal: uma na Embaixada da China, outra na Embaixada da Coreia do Norte e a terceira na residência do famoso advogado esquerdista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay. “O alvo das escutas é o presidente da República”, declarou Allan.

O jornalista Bolsolavista relata que o presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, teve conhecimento das escutas ilegais por duas embaixadas, mas nada comunicou ao presidente. “Portanto, estou acusando Luis Roberto Barroso de prevaricação”, afirmou Allan, durante transmissão ao vivo pela internet, na noite de ontem (30), na mesma hora em que Barroso fazia uma live com o youtuber Felipe Neto.

O dono do site Terça-Livre acusou sem apresentar provas o ministro do STF Luís Roberto Barroso de prevaricação, por conhecer e não denunciar um suposto crime que teria como alvo o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). 

O que acontece? Ele desconfia do presidente Bolsonaro e faz uma varredura para investigar ilegalmente o presidente da República. E quem fez isso eu não sei se o Alexandre de Moraes ou o Barroso”, disse. De acordo com ele, haveria maletas de escuta telefônica nas embaixadas da Coreia do Norte e da China.

Allan também disse que só repassou essas informações porque não se encontra mais no país.  O blogueiro foi alvo de duas operações da Polícia Federal no âmbito do inquérito das fake news. Após a ação, o blogueiro chamou de “verme imoral” e “lixo”, durante uma live, o ministro Alexandre de Moraes, que determinou a operação da PF.

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