Toffoli autoriza construção do novo Museu do STF

somos instados a exercitar a criatividade em prol da continuidade de importantes projetos institucionais que servem à sociedade e ao bem comum

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O Supremo Tribunal Federal (STF) contratou e pagou R$ 240 mil, sem licitação, um estudo preliminar para reforma do museu da instituição. O museu   guarda togas e chapéus de ex-ministros, cadeiras antigas, manuscritos e processos históricos e terá um custo de R$ 2 milhões de reais. 

A construção e a curadoria do novo Museu do Supremo Tribunal Federal vai ocupar uma área de 1.518,30 metros quadrados, com espaço de convivência e integração total com a Praça dos Três Poderes. 

O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, destacou que a conservação da memória da Corte e, consequentemente, do Poder Judiciário brasileiro tem sido uma prioridade da sua gestão. “No cenário de restrições orçamentárias, mais do que nunca, somos instados a exercitar a criatividade em prol da continuidade de importantes projetos institucionais que servem à sociedade e ao bem comum”, afirmou.

No final de 2019, foi iniciado o projeto de ampliação e reforma Museu do STF, inaugurado em 1978, em uma área de 250 metros quadrados. Com a transferência da Presidência do Supremo para o Edifício-Sede, o espaço físico destinado ao Museu foi significativamente reduzido, e hoje conta com apenas 159 metros quadrados, incluindo a sala expositiva, a reserva técnica e a sala dos servidores do Museu. 

Para o presidente do STF, é a memória institucional que define a identidade de uma instituição. “Nestes tempos de modernidade líquida, de conexões fluidas, de exaltação ao efêmero e ao transeunte, é preciso recordar que o presente é o que o passado nos lega. A preservação da memória do Poder Judiciário não constitui apenas um tributo ao passado, mas um compromisso com as futuras gerações, que têm o direito de conhecer a história institucional do país”, afirmou.

Para viabilizar a obra, foram assinados um acordo de cooperação entre o STF e a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e o Banco Regional de Brasília (BRB).

 

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