Thomé não vê adversários e fala sobre o Gaeco

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Reportagem Helena Marquardt/DAV

O atual prefeito de Rio do Sul e pré-candidato do PSD, José Thomé diz que sua intenção é fazer o segundo melhor mandato que a capital do Alto Vale já teve. Em entrevista ao DAV ele fez uma avaliação do trabalho à frente do governo e falou sobre o que a população pode esperar caso fosse eleito novamente. O político ainda respondeu a temas polêmicos como troca de partido, operações do Gaeco na prefeitura e os duros ataques da oposição.

Questionado sobre uma possível reeleição, ele afirma que quer continuar o trabalho que está sendo feito. “Um trabalho que está entregando muito resultado. Nos dois primeiros anos focamos muito nas políticas públicas como os mutirões de saúde, que tiraram mais de 12 mil pessoas da fila de espera por consultas e exames, na criação do Centro Dia do Idoso, triplicando a compra direta de produtos da agricultura para alimentação escolar e outras áreas como o esporte e a assistência social. Também assumi a prefeitura com uma ação civil pública por falta de vagas de creches e que acabou sendo arquivada por não haver mais necessidade” , cita.

Além da implantação e melhoria das políticas públicas, ele afirma que o primeiro mandato foi marcado pela execução da reforma administrativa com o enxugamento da máquina pública e foco no desenvolvimento econômico, abertura da casa do empreendedor, a abertura de mais de dois mil CNPJs nos últimos quatro anos. “Praticamente dobrando a receita do imposto sobre serviço sem aumentar nenhum centavo de tributo, o que houve foi um crescimento econômico da atividade de serviço e isso nos permitiu quase dois anos depois contratar um pacote de obras”, completa.

Na infraestrutura ele citou a as obras para a valorização das comunidades agrícolas como a pavimentação das valadas, a revitalização da Estrada Blumenau, a construção da ponte do acesso Leste que está em andamento e terá licitação aberta nos próximos dias, além de outros projetos que serão iniciados, como a construção do novo ginásio, o projeto de ligação do bairro Budag ao Canoas, a repavimentação de diversas ruas e a conquista para o término da ligação asfáltica de Rio do Sul a presidente Getúlio, que teve o convênio assinado há alguns dias.

“As pessoas costumam dizer que o segundo mandato não costuma ser tão bom quanto o primeiro, mas por tudo que ainda tenho planejado para fazer, a meta é fazer o segundo melhor mandato da história de Rio do Sul e estamos focados nisso”, ressalta Thomé.

Sobre a troca de partido, do PSDB para o PSD, ele garante que a escolha foi motivada pela proximidade com outras lideranças. “Acho que partido é só uma ferramenta necessária de ter. Não tenho paixão por partido, tenho por pessoas e fui para o PSD porque lá tem pessoas boas. O doutor Paulo Cunha, o Milton Hobus, o Almir Petris, os vereadores da bancada como James, Eroni e Marcão, entre outros nomes que me sinto bem estando ao lado e fazendo política”, responde.

Operações do Gaeco e oposição

Uma das principais críticas da oposição ao político vêm sendo as operações do Gaeco na prefeitura de Rio do Sul nos últimos anos, mas Thomé afirma que essas acusações são utilizadas para tentar desconstruir a boa aprovação que seu governo tem nas ruas.

“É estratégia política da oposição. Fizemos uma gestão de excelência, mas querem por isso em risco. Com relação às operações posso dizer que nenhuma situação envolveu meu nome e isso está provado, diferente de alguns outros pré-candidatos”.

“Teve pré- candidato que ficou a frente de instituições e levou 10 anos para ter suas contas aprovadas, teve outro que a Polícia Federal foi no seu local de trabalho e em casa por envolvimento com drogas e até aquele que teve que devolver dinheiro ao erário público”.

“Na minha administração foram investigados servidores de carreira por questões ambientais e que foram desligados quando foram indiciados. Eu não tenho nenhum tipo de condenação contra mim seja administrativa ou criminal”.

 

 

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