Lei que “proíbe” cão de latir em Penha foi Fake News

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no twitter
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
O vereador Everaldo Dal Poso, o Italiano, (PL), da cidade de Penha, SC, alega ter sido vítima de Fake News (notícia falsa). Ele vem sofrendo  ataques nas redes sociais após ter apresentar um projeto de lei que dispõe sobre as normas de perturbação do sossego.
 
 
Segundo as informações divulgadas em rede social ele estaria “proibindo cachorro de latir”. No texto da lei aprovada pela Câmara de Vereadores de Penha, cuja chacota se espalhou pelo país, não tem absolutamente nada com o tal “proibir cachorro de latir”.
 
A Câmara de Vereadores de Penha emitiu nota sobre o assunto: 
 

NOTA OFICIAL

A Câmara de Vereadores de Penha não aprovou nenhum projeto que “proíbe cachorro de latir”, como foi amplamente divulgado pela imprensa. Foi aprovado no dia 17 de agosto um projeto que trata sobre a “perturbação do sossego pelo uso anormal da propriedade”, nos termos de um decreto federal.  De qualquer maneira, o projeto foi vetado pelo Executivo e retornou para a casa, onde será discutido e votado nesta segunda-feira (31).

Confira o PLO nº 72/2020 na íntegra: https://bit.ly/2Giprff

O deputado estadual, Ivan Naatz, saiu em defesa do correligionário e amigo. Ele disse que ninguém leu o texto da lei apresentada e que o som causado por animais está inserido dentro da perturbação do sossego.
 
“Em Blumenau, a Justiça interferiu no sino que tocava a um século na Itoupava Seca. Segundo os vizinhos ele perturbava.  Eu, quando vereador em Blumenau, recebi diversas vezes pedido de regulamentação da lei do sossego. Cantar de galo e latido excessivo de animais estão a toda hora nas páginas do diário de justiça”, contrapôs o deputado.
 
Advogado, Naaz, disse ainda que seu escritório de advocacia mediou mais de um processo em que um vizinho reclamava o barulho emanado do cachorro vizinho. Segundo ele os animais latiam dia e noite e isso lhe perturbava, tirando-lhe a paz inerente ao lar. A justiça regulamentou o caso por ser evidentemente compreensível o fato narrado pelo autor.
 
“É inacreditável como as pessoas apontam o dedo e compartilham sem saber. Pior, teve até deputado e vereador que saiu tocando pedra, sem sequer lei o texto da lei. Inacreditável“, finalizou o deputado. 
 
 
O vereador gravou um depoimento ao portal de notícias OISC: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Comentários